outro aeroporto, desta vez em Porto Alegre. Eles são todos muito parecidos, como as rodoviárias, mas a diferença é que tentam ser assépticos e as pessoas adotam um certo ar de elegância que considero totalmente fake, e que na maior parte das vezes, beira a cafonice. Sempre os fotografo para postar aqui, e sistematicamente acabo não postando.blog que trabalha com teorias estéticas, filosofia e filosofia da arte. procura abordar signos do nosso dia a dia e como a arte é inserida no popular.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Coisas que vi por aí nos últimos meses, e que me lembraram o Estética de Rodoviária, por isso fotografei.
outro aeroporto, desta vez em Porto Alegre. Eles são todos muito parecidos, como as rodoviárias, mas a diferença é que tentam ser assépticos e as pessoas adotam um certo ar de elegância que considero totalmente fake, e que na maior parte das vezes, beira a cafonice. Sempre os fotografo para postar aqui, e sistematicamente acabo não postando.domingo, 5 de dezembro de 2010
imagens do ano passado.
fotos de carla magalhães
"Enchi de ar um saco plástico e o fechei com um elástico. Pus uma pedra pequena sobre ele e comecei a apalpá-lo, sem me preocupar em descobrir alguma coisa. Com a pressão, a pedra subia e descia por cima da bolsa de ar. Então, de repente percebi que aquilo era uma coisa viva. Parecia um corpo. Era um corpo."
de Lígia Clark, citada no livro de Regina Melim: "Performance nas artes visuais"
ANTROPOLOGIA VISUAL
António Campos
| António Campos | |
|---|---|
| Nome completo | António Pereira Campos |
| Nascimento | 29 de maio de 1922 Leiria, |
| Falecimento | 8 de março de 1999 (76 anos) Figueira da Foz, |
| Ocupação | Cineasta |
| IMDb: (inglês) (português) | |
António Pereira Campos (Leiria, 29 de Maio de 1922 — Figueira da Foz, 8 de Março de 1999) é um dos primeiros cineastas em Portugal a dedicar-se à prática do filme documentário na perspectiva da antropologia visual. Praticando mais o documentário puro, ensaia a docuficção. Na ficção, explora o filme etnográfico recorrendo às técnicas do cinema directo. No documentário, é um dos elementos fundadores do movimento do Novo Cinema em Portugal.
Inicia-se na prática do filme etnográfico no início dos anos sessenta, ao mesmo tempo que o cineasta norte-americano John Marshall (ver em inglês), que filma os bochimanes da Namíbia em 1957 : The Hunters, o seu primeiro filme. Ao mesmo tempo, revela-se o canadiano Michel Brault (ver em inglês), uns dos pioneiros do cinema directo. António Campos segue, pouco sabendo dele, os passos de Jean Rouch, em particular no que hoje se chama etnografia de salvaguarda.
DEFORMAÇÃO E OMISSÃO ESTÉTICA
"UMA VEZ QUE REPRESENTAR UM OBJETO SIGNIFICA MOSTRAR ALGUMAS DE SUAS PROPRIEDADES PARTICULARES, PODE-SE COM FREQUÊNCIA CONSEGUIR MELHOR A FINALIDADE AFASTANDO-SE MARCADAMENTE DA APARÊNCIA 'FOTOGRÁFICA'. EM DIAGRAMAS ISTO É MAIS EVIDENTE. O MAPA DE BOLSO DAS LINHAS DO METRÔ PUBLICADO PELA LONDON TRANSPORT CORPORATION OFERECE AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS COM MAIOR CLAREZA, E AO MESMO TEMPO AGRADA AOS OLHOS PELA HARMONIA DE SEU PROJETO(...). O MAPA OMITE E DEFORMA MUITO, E POR ASSIM FAZÊ-LO É A MELHOR IMAGEM POSSÍVEL DAQUILO QUE QUER MOSTRAR.(...) "A EXPRESSÃO COMUNICADA POR QUALQUER FORMA VISUAL É APENAS TÃO CLARA QUANTO OS ASPECTOS PERCEPTIVOS QUE A TRANSMITEM."
DO LIVRO "ARTE & PERCEPÇÃO VISUAL" - RUDOLF ARNHEIM
sábado, 4 de dezembro de 2010
NEM TODO CRÍTICO DE ARTE PRECISA SER SUPER "FECHADO", SERIA LEGAL UNS ESPAÇOS NA MÍDIA...PARA FALAR SIMPLESMENTE DE ARTE....SEI LÁ..DE ESTÉTICA.......
..NÓS ARTISTAS BRASILEIROS PRECISAMOS MAIS MÍDIA "POPULAR"(porque não?)..MAIS ACESSO À TELEVISÃO..FALAR E FALAR...E FALAR...ESTAMOS MUITO (SU)FOCADOS NA UNIVERSIDADE(na formalidade-que é somente uma caixinha que distribui diplomas, etc..).
...QUE NÃO ATINGE A MAIORIA...
O PÚBLICO "REAL" BRASIEIRO... e nem só o brasileiro..
SE QUEREMOS FORMAR PÚBLICO PARA NOSSAS OBRAS ..TEMOS QUE COMUNICAR!...QUE NEM O CIDADÃO ABAIXO: SIMON SCHAMA...
"FALAREI SOBRE IMAGENS E CALAMIDADE. EM PARTE PORQUE ME SURPREENDEM A POBREZA E A MORTE LENTA DO PLANETA, A EMPATIA, COMO AS IMAGENS NOS AJUDAM A NOS COMUNICAR COM AQUELES QUE SOFREM, QUE SÃO VÍTIMAS DA CRUELDADE, COMO ESSAS IMAGENS DE FATO FUNCIONAM E O PODER DA ARTE DE DESAFIAR AS MAIORES AMBIÇÕES."
SIMON SCHAMA: DO LIVRO"FRONTEIRAS DO PENSAMENTO" ORGANIZAÇÃO GUNTER AXT E FERNANDO LUÍS SCHÜLER
ARTE É PENSAMENTO, É ESTÉTICA, É ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO!...



