quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Fotos de exposição em Berlim, desenhos e pinturas, 2007, Carla Magalhães

"TALVEZ, EM BUSCA DE UMA RESPOSTA QUE INTEGRE AS DUAS POSIÇÕES CENTRO/PERIFERIA E CIRCUITO/FRONTEIRA, SE POSSA ARGUMENTER OUTRO TIPO DE TERRITÓRIO, NÃO SÓ AQUELE LIGADO ÀS CONDIÇÕES FÍSICAS DO LUGAR, MAS À TERRITORIALIDADE SIMBÓLICA, VALE DIZER, CULTURAL, POIS NÃO SE PODE PENSAR QUE UMA CONSTRUÇÃO DE CARÁTER IMAGINÁRIO, COMO A QUE SE PROPÔS NO ESPACIAL, NÃO CONDUZA A LABIRINTOS SIMBÓLICOS, POR ONDE SE NARRA O URBANO."

ARMANDO SILVA- IMAGINÁRIOS URBANOS" , P 73

MARGARET MEAD x ARTE

Margaret Mead - From the Creativity category:

To the extent a person makes, invents or thinks something that is new to him, he may be said to have performed a creative act. (Margaret Mead)

Margaret Mead - From the Gender category:

Every time we liberate a woman, we liberate a man. (Margaret Mead)

MARGARET MEAD x ARTE

(fonte do texto : Wilkpédia)


1. Citações de Mead no Sexo e Temperamento em Três Sociedades Primitivas. "Ela explicou que ninguém conhecia em que grau o temperamento está biologicamente determinado pelo sexo, de modo que esperava ver se havia factores culturais ou sociais que afectassem o temperamento. Eram os homens inevitavelmente agressivos? Eram as mulheres inevitavelmente caseiras? Resultou que as três culturas com que conviveu na Nova Guiné eram um laboratório quase perfeito, pois encontravam-se cada uma das variáveis que associamos com masculino e feminino numa configuração diferente da da nossa sociedade. Ela disse que esse facto a havia surpreendido e que não era o que ela esperava encontrar, mas aconteceu.
  • Entre os Arapesh, tanto homens como mulheres eram de temperamento pacífico e nem os homens nem as mulheres faziam a guerra.
  • Entre os Mundugumor, a realidade era precisamente o contrário: tanto homens como mulheres eram de temperamento bélico.
  • E os Tchambuli eram diferentes dos dos anteriores. Os homens embonecavam-se e gastavam o tempo a arranjarem-se, enquanto as mulheres trabalhavam e eram práticas - o oposto do que parecia ser a América no início do século XX."

terça-feira, 28 de dezembro de 2010



fotos carla magalhães, centro de Porto Alegre, Dezembro 28-2010


"O domínio dos valores estéticos, ou a axiologia dos valores ditos negativos, tal como é vista no trabalho de Raymond Polin, dá o quadro seguinte:

o feio, o hediondo, o horrível, o desmedido, o pomposo, o empolado, o grandiloquente, o banal, o insípido, o qualquer, o medíocre, o detestável, o ornamentado, o desordenado, o disforme, o informe, o monstruoso, o desproporcionado, o desconchavado, o ridículo, o risível, o grotesco, o piegas, o afectado, o enfadonho."

(capítulo sete, p 111, Denis Huisman "A Estética")

vale à pena dar uma olhada no site do Itaú Cultural: existe realmente um movimento de fomento à cultura

INSTITUTO PROGRAMAÇÃO CONTINUUM ENCICLOPÉDIAS RUMOS OBSERVATÓRIO RÁDIO
revista do Itaú Cultural
programa de estímulo em arte e cultura
dezembro janeiro
2010


edições anteriores


comente

envie seu trabalho

blog do itaulab


índice

notícia: Área Livre
Quer publicar seu trabalho na Continuum? A próxima edição fala sobre Colecionismo. Participe!

convocação: Deadline Continuum divulga novo projeto selecionado
Renata Penzani, estudante de Jornalismo da UNESP, desenvolverá pauta sobre o Museu da Pessoa

fotorreportagem: A quebra
O fotógrafo gaúcho Daniel Marenco mostra o cotidiano de usuários de crack

área livre: Artísticos e politizados
Veja os trabalhos enviados pelos leitores de Continuum

reportagem: Nervos e coração
O teatro épico, cuja política está tanto no tema quanto na forma, deixou sua marca na produção de grupos contemporâneos

balaio: Sinais de alerta
Obras audiovisuais, musicais, literárias e fotográficas mostram o poder da arte diante de opressões políticas

artigo: Como tijolos numa construção
Obras literárias que mudaram o mundo ou que o ajudaram a ser construído

mirada: O sonho de ninguém
Após 52 anos da revolução, Cuba segue em lenta derrocada do sistema

perfil: A pisada é esta
A trajetória do crítico Mário Pedrosa, para quem a arte nunca esteve distante da política e da vida social

reportagem: Vem aí a próxima piada!
Cinco chargistas brasileiros falam de suas trajetórias e visões acerca de seus trabalhos

reportagem: Uma arte política
Produções de arte engajada refletem sobre o tempo em que vivemos

entrevista: Um lugar de errância e impermanência
Vera Sala fala da dimensão política da dança

reportagem: Se você pudesse, fugia deste mundo
No tempo das canções de protesto, artistas esquecidos pela esquerda também foram censurados por contestar a realidade brasileira

reportagem: Rebelião à beira de um mouse
Política pela internet é algo vivo. Seja bem-vindo a uma nova era da democracia

reportagem: Esquiva, ataque e contra-ataque
Artistas contemporâneos mantêm impulsos políticos, mas se engajam com mais leveza que as gerações de 1960 e 1970

reportagem: Ganchos contemporâneos
A pirataria de bens culturais exige ser pensada de forma diferente da de outros bens de consumo

A Continuum faz eco ao tema proposto pela Bienal Internacional de Arte de São Paulo e dedica sua pauta à arte política. Entre os destaques, depoimentos dos cartunistas Ziraldo, Santiago, Luis Fernando Verissimo, João Montanaro e Elias Monteiro sobre a charge, gênero que se nutre do noticiário político. Figura essencial para a compreensão da produção artística brasileira dos períodos moderno e contemporâneo, o crítico Mário Pedrosa é relembrado no Perfil. Na Entrevista, a criadora-intérprete de dança Vera Sala mostra como o corpo pode se manifestar politicamente. A situação sobre-humana dos dependentes de crack, num comovente ensaio fotográfico de Daniel Marenco; e o relato inédito da premiada blogueira cubana Yoani Sánchez, sobre a derrocada da revolução castrista, fecham a edição em tom de denúncia.


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

dica do SITE: BIZREVOLUTION!!!!!!


SITE BIZREVOLUTION: super interessante e com muitas dicas de livros

Um mundo sem pobreza.

Livro2 As ideias de Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz, sempre foram inovadoras. Ele criou, no final da década de 1970, o Banco Grameen e o conceito de microcrédito - fornecimento de pequenos empréstimos aos pobres, principalmente mulheres, para que iniciem negócios próprios e tirem sua família da miséria. De Bangladesh, a ideia do microcrédito se espalhou por diversos países e atualmente favorece milhões de famílias em todo o mundo.

Porém, o "banqueiro dos pobres" não estava satisfeito. Acreditava que se podia fazer muito mais e queria provar que é possível acabar com a pobreza no mundo e colocá-la "nos museus", como ele mesmo diz. Daí surgiu sua nova ideia revolucionária: a empresa social, que deverá transformar o capitalismo que conhecemos.


(...continua no site..)