segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Livro Niilismo e Negritude de Célestin Monga!


Célestin Monga, natural de Camarões, é economista-chefe e assessor do vice-presidente do Banco Mundial em Washington, D.C. Durante sua carreira de 13 anos no Banco, ele ocupou posições no departamento de pesquisa, incluindo o cargo de economista principal na Europa e na Ásia Central e de gerente da equipe de revisão de políticas.

Monga possui diplomas do MIT, Universidade Harvard e das universidades de Paris 1 Panthéon-Sorbonne, Bordeaux e Pau. Ele lecionou economia e ciências políticas na Universidade de Boston e de Bordeaux. Em Camarões, Monga comandou o maior banco comercial do país. Ele também participou do quadro de diretores do programa Sloan Fellows no MIT, uma escola de negócios norte-americana.

Em 1991, ele se tornou popular após ter sido preso por criticar o presidente camaronês em um artigo que escreveu para o jornal “Le Messager”. Sua prisão causou vários protestos pelo país. Por vários anos, ele escreveu artigos para jornais, principalmente fazendo críticas à política camaronesa. Por meio do seu trabalho, ele ficou conhecido como um dos maiores intelectuais do país.

Atuou como editor de economia para uma aclamada enciclopédia de cinco volumes chamada New Encyclopedia of Africa. Dentre seus livros estão Anthropologie de la colere (A Antropologia da Raiva, em tradução livre), que recebeu o prêmio Outstanding Book Award, Sortir du piege monetaire (Sair de uma Armadilha Monetária) e L'argent des autres (O Dinheiro dos Outros). Suas obras foram traduzidas para diversos idiomas.


fonte foto e texto: internet

terça-feira, 5 de outubro de 2010

foto Carla Magalhães

"TO MISTAKE AN ARTWORK FOR A REAL OBJECT IS NO GREAT FEAT WHEN AN ARTWORK IS THE REAL OBJECT ONE MISTAKES IT FOR. THE PROBLEM IS HOW TO AVOID SUCH ERRORS, OR TO REMOVE THEM ONCE THEY ARE MADE. THE ARTWORK IS A BED, AND NOT A BED-ILLUSION (...)".

THE ARTWORLD DE ARTHUR DANTO. The Journal of Philosophy, Vol. 61, No. 19. (Oct. 15, 1964, pp.571-584) - SYMPOSIUM: THE WORK OF ART

MODERNIDADES, TEXTOS, IMAGENS E ARTISTAS




COISAS QUE SE ENCONTRA POR AÍ.


PS1- Responsabilidade dos Organizadores: . transportar a vaca do galpão até o estúdio do artista e deste de volta ao galpão, para aplicação do verniz final. As datas devem ser agendadas com a produção do evento.
(...)

PS2: Imagens Acima do Filme "Ervas Daninhas".

Ervas Daninhas

titulo original: (Les Herbes Folles)

lançamento: 2009 (França) (Itália)

direção: Alain Resnais

atores: André Dussollier , Sabine Azéma , Emmanuelle Devos , Mathieu Amalric , Anne Consigny


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Rodoviária receberá reforma estética.

DISTRITO FEDERAL-Publicação do portal Clica Brasília, 16 de janeiro de 2009.

Rodoviária receberá reforma estética.

Joana Wightman, da redação do Jornal de Brasília
Uma repaginada na Rodoviária de Brasília vai deixá-la de cara limpa. A Secretaria de Transportes anuncia um investimento de R$ 14 milhões na reforma do terminal rodoviário que, segundo a pasta, recebe cerca de 800 mil pessoas por dia. "A ideia é organizar a bagunça, trocar o piso, melhorar a sinalização e dar um aspecto de limpeza ao local", informa o secretário Alberto Fraga.

Ele prevê que, em cinco dias, o edital para licitação das obras já esteja nas ruas. A proposta é que a reforma seja feita por meio de um consórcio de empresas, com o tempo estimado de conclusão do serviço de 18 meses. "Não podemos deixar o cartão de visitas da capital ficar no caos que se encontra hoje. Mesmo com toda a limpeza e manutenção, a Rodoviária mantém o aspecto de sujeira", avalia Fraga.

O secretário comentou que a proposta surgiu a partir de um pedido do governador José Roberto Arruda e depois de conversas com arquitetos sobre as necessidades de melhoria na infraestrutura do terminal. "A Rodoviária precisa de um carinho especial. A obra vai causar transtornos à população, mas o desconforto de hoje é o conforto de amanhã", ponderou ele.

Fluxo de veículos

De acordo com Fraga, as primeiras mudanças na Rodoviária serão sentidas pelos usuários de coletivos logo no início da reforma. "Faremos mudanças nos terminais para organizar o fluxo de veículos, que hoje é tumultuado. Os ônibus não poderão ficar ligados, deixando as pessoas esperando enquanto os motoristas tomam cafezinho", exemplificou.

Entre as preocupações da Secretaria de Transportes, está a acessibilidade do terminal, que recebe diariamente portadores de necessidades especiais. Para atender esse público, serão providenciadas rampas, corrimões e letreiros em braile (para os deficientes visuais). "Faremos um trabalho de requalificação do local, com integração entre as áreas de engenharia, sinalização e comunicação visual", acrescenta Fraga.

A estética do terminal também vai mudar com a reorganização das lojas e quiosques, que passarão a funcionar em espaços exclusivos. A intenção é que o movimento do comércio não interfira na circulação da legião de pessoas que entram e saem do terminal.

(...)

ART, AN ENEMY OF THE PEOPLE

O livro do inglês Roger L. Taylor, lançado inicialmente em 1978, quer defender a seguinte tese: a arte, tal como a
concebemos hoje (as mais sublimes e "superiores" criações do intelecto humano), nada mais é que um conceito da
modernidade, burguês, que contribui para manter o satus quo social. Portanto, o conceito de arte vai contra o interesse
do povão.
É uma tese ousada, é verdade. Taylor, que é professor na Universidade de Sussex, planejou escrever um livro para a
compreensão das "massas", com o objetivo de esclarecê-las de que a arte é uma inimiga sua, e contra a qual deveriam
armar-se com o conhecimento da farsa que representa.
É duvidoso que as massas inglesas tenham tido preparo suficiente para acompanhar o raciocínio do autor. Para começar,
Taylor abre mão dos lugares comuns sobre arte, como já é de se esperar, e usa essencialmente o método
investigativo de Wittgenstein, filósofo do século passado que defendia a análise meticulosa dos contextos que envolvem
conceitos, para uma compreensão mais completa destes. Desprezava, pois, a entronização da idéia-fachada de algo.
A visão da arte como uma coisa universal e superior, por exemplo, é para Taylor uma infantilidade. Proposital. Uma
visão armada pelas elites burguesas para submeter todos a seu estilo de vida. O mais interessante dos quatro capítulos
do livro é o segundo, um estudo da evolução do conceito de arte.

...fonte internet

domingo, 3 de outubro de 2010

ILUSTRAÇÃO DE RODER DE MELLO- SÃO JORGE

O QUE É UMA PARTE?


"CHUANG TZU REFERE-SE A UM COZINHEIRO CUJA FACA PERMANECEU AFIADA POR DEZENOVE ANOS, POIS, QUANDO TRINCHAVA UM BOI, NÃO CORTAVA ARBITRARIAMENTE, MAS RESPEITAVA AS SUBDIVISÕES NATURAIS DOS OSSOS, MÚSCULOS E ÓRGÃOS DO ANIMAL; EM RESPOSTA A MAIS LEVE BATIDA NOS INTERSTÍCIOS CERTOS, AS PARTES PERECIAM PRESTES A DESLIGAR-SE. O PRÍNCIPE CHINÊS OUVINDO A EXPLICAÇÃO DO COZINHEIRO DISSE QUE ISTO O HAVIA ENSINADO COMO PROCEDER COM SUCESSO NA VIDA. "

DO LIVRO "ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL, UMA PSICOLOGIA DA VISÃO CRIADORA".
RUDOLF ARNHEIM
FOTO LORAINE OLIVEIRA

"(...)Peguem seus aspiradores e se livrem das excrescências ornamentais de um estilo fraudulento! Retirem do cérebro as falsas tradições, os medos injustificados, e sejam completamente vocês mesmos! Tenham certeza das imensas possibilidades da América: PROCLAMEM A INDEPENDÊNCIA ESTÉTICA DO CONTINENTE AMERICANO!"

dIEGO RIVERA, MYSELF, MY DOUBLE, MY FRIEND THE ARCHITECT, SAN FRANCISCO, HESPERIAN, 1931. dO LIVRO dIEGO E fRIDA, J.M.G. LE CLÉZIO