sábado, 1 de janeiro de 2011

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Cultura |17 Mar 2009 - 11:00 pm

Ciudades e imaginarios

Por: Pompilio Peña
La ciudad, ese monstruo que nos devora, que nos convierte en sus víctimas, pero que también, en su amplia galería arquitectónica, tiene el poder de ofrecernos felicidad y confianza, es la protagonista de una muestra interactiva que se exhibe en la Biblioteca Luis Ángel Arango.
Armando Silva
Foto: David Campuzano - El Espectador
Armando Silva, creador del proyecto Imaginarios Urbanos .

Archivos Ciudadanos de América Latina, Proyectos Imaginarios Urbanos, de Armando Silva, recoge el rastro de reflexiones reunidas en fotos, videos, audios, cifras y textos para intentar responder, rastreando en los objetos, las fachadas y en las expresiones sociales y culturales de los ciudadanos la pregunta que fundó esta recolección: ¿Qué significa ser hoy urbano en la contemporaneidad?

Esta no se trata de una exposición puramente contemplativa, “es más un escenario para conocer e interpretar algunas de nuestras ciudades latinoamericanas, de cómo la gente se enfrenta y se relaciona con ellas”, comenta el investigador peruano Javier Protzel, uno de los siete expositores. Además, añade que esta no es una exhibición que se agota aquí, más bien constituye un “archivo temporal” que podrá ser enriquecido no sólo por estudiosos sino por la ciudadanía misma.

Bajo la penumbra artificial de la sala, los visitantes pueden interactuar y conocer los registros de capitales latinoamericanas como Buenos Aires, Lima, Quito, Porto Alegre, La Paz, Caracas y Bogotá, ciudades que por su riqueza y variedad cultural encierran formas simbólicas con las que sus habitantes conviven y se enfrentan a través de sus experiencias, sensaciones y afinidades, tropiezos, desencuentros y obstáculos.

do Blog do CANAL CONTEMPORÂNEO



FOTOS CARLA MAGALHÃES


TEXTO do blog CANAL CONTEMPORÂNEO

maio 2, 2007

Viver juntos ou lutar juntos? Convivência e conflito nas estéticas contemporâneas, por Barbara Szaniecki

Viver juntos ou lutar juntos? Convivência e conflito nas estéticas contemporâneas

Réplica de Barbara Szaniecki à crítica de Lisette Lagnado, originalmente publicada na Folha de São Paulo, no dia 18 de março de 2007

A proposta de introduzir numa Bienal o instante fugaz em que a potência política se alia ao gesto estético é de uma pretensão à altura da incompreensão da natureza desses fenômenos acontecimentais. Quais são os dispositivos teóricos e práticos que permitem apreender o evento estético-político? Como abrir espaço e tempo para a criação estético-política? Como transformar a instituição de espetáculo em um terreno de experimentação? Em outros termos, como deixar acontecer? Não seria justo afirmar que na última Bienal o imprevisível não deu as caras. Pois ele aconteceu sim na relação de força entre os artistas convidados e a instituição: a censura aos bloqueadores de celulares de Marcelo Cidade, ao projeto do mexicano Hector Zamora, e ao Guaraná Power do Superflex foi o melhor que a Bienal produziu. O embate político liberou a criação artística.

No entanto, a incapacidade de perceber a possibilidade aberta no conflito que se instaurava levou a curadoria a uma posição equivocada. Refugiou-se atrás do presidente da instituição que, preocupado com os constrangimentos que toda censura acarreta, disse que a instituição "não é o palco adequado para discutir relações de caráter comercial" (UOL. 04/10/2006). Ora, instituições como Bienais não estão no epicentro das relações comerciais - materiais e imaterias - que permeiam o campo da Arte, dos artistas e dos discursos que os legitimam? Por que em vez de travestir a instituição em palco de falsa convivência - num viver juntos - não assumi-la como palco dos necessários conflitos que podem provocar o acontecimento criador?

(CONTINUA O TEXTO NO BLOG..CANAL CONTEMPORÂNEO)

O RISO CARNAVALESCO, O CÔMICO GROTESCO: O TOM DA RENOVAÇÃO




A POLÍTICA NO IMPÉRIO

FOTOS CARLA MAGALHÃES

Tamanho da fonte "DESUTOPIA CONSTITUTIVA É A PRAXIS DA MULTIDÃO." P 142


"A PARÓDIA NÃO É MAIS SUFICIENTE PARA A RADICAL TRANSFORMAÇÃO. A ESSE PONTO, NÃO PODEMOS DEIXAR DE APONTAR PARA UM ELEMENTO QUE, PARA ALÉM DA DISTINÇÃO ESPACIAL E TEMPORAL QUE PERCEBEMOS NA COMPARAÇÃO ENTRE A REPRESENTAÇÃO CLÁSSICA E A ESTÉTICA POPULAR, É FUNDAMENTAL NA RENOVAÇÃO SOCIAL, POLÍTICA E ESTÉTICA: O RISO." P 52

BARBARA SZANIECKI: "ESTÉTICA DA MULTIDÃO"