quinta-feira, 28 de abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

Saul Steinberg

(.."sessenta e oito anos depois de publicado pela primeira vez em livro nos Estados Unidos, o traço de Steinberg chega as livrarias brasilieiras em Reflexos e Sombras..." Zero Hora de Sábado, 23/04/11)...

Será que tempo é realmente Relativo? Será que não perdemos algumas coisas com essas demoras culturais?

sexta-feira, 22 de abril de 2011


FOTO DO BLOG: UMAS & OUTRAS- Arte, Cultura, Informação & humor

O Profeta Gentileza

Profeta Gentileza

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Retrato do Profeta Gentileza (intervenção urbana na zona portuária do Rio de Janeiro)

José Datrino, mais conhecido como profeta Gentileza (Cafelândia, São Paulo, 11 de abril de 1917 — Mirandópolis, São Paulo, 28 de maio de 1996) foi uma personalidade urbana carioca, espécie de pregador, que tornou-se conhecido a partir de 1980 por fazer inscrições peculiares sob um viaduto no Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba.

"Gentileza gera gentileza" é a frase mais conhecida.[1]

Índice


Sua infância

Nasceu em Cafelândia, São Paulo, no dia 11 de abril de 1917. Com mais onze irmãos, teve uma infância de muito trabalho, na qual lidava diretamente com a terra e com os animais. Para ajudar a família, puxava carroça vendendo lenha nas proximidades [2].

O campo ensinou a José Datrino a amansar burros para o transporte de carga. Tempos depois, como profeta Gentileza, se dizia "amansador dos burros homens da cidade que não tinham esclarecimento"[2].

Desde sua infância José Datrino era possuidor de um comportamento atípico. Por volta dos treze anos de idade, passou a ter premonições sobre sua missão na terra, na qual acreditava que um dia, depois de constituir família, filhos e bens, deixaria tudo em prol de sua missão. Este comportamento causou preocupação em seus pais, que chegaram a suspeitar que o filho sofria de algum tipo de loucura, chegando a buscar ajuda em curandeiros espirituais [2].


APRENDI NESSES ANOS NAS MINHAS ANDANÇAS, QUE SE NÃO TEMOS CONSCIÊNCIA DE ONDE VIEMOS..NÃO VAMOS À LUGAR ALGUM.

EDUARDO BUENO: BRASIL- UMA HISTÓRIA

terça-feira, 19 de abril de 2011

do SITE : Vilamundo

“Papelzinho Picado” apresenta colagens de Thaís Rivoire

da Redação em 18/04/11

Imagens: divulgação

"Vidas Secas".

De 16 de abril a 21 de maio, o Acervo da Choque recebe a exposição individual de Thaís Rivoire “Papelzinho Picado”.

Morando em São Paulo desde 2005, vinda de Caxias do Sul onde era odontologista, Thaís Rivoire encontrou na colagem o respiro que precisava após sua aposentadoria. O caos da grande metrópole é sua inspiração.

São 20 quadros de diversas dimensões e texturas. Em alguns deles, percebe-se o alto e baixo relevo por conta das camadas de cola que aplica sobre suas figuras. Por vezes, coloca a tinta e, em seguida, usa pano pra retirar parte dela e dar um aspecto envelhecido ou gasto.

Thaís busca imagens de enciclopédias, guias telefônicos, imagens da rua e do lixo, revistas novas e antigas em uma narrativa quase kitch, com personagens e brincadeiras.